Me ensine a falar a verdade, perdido em meus sentimentos.
Escondo medos que sinto do escuro, e da luz que me nego a ver.
Fácil é se guardar para si, proteger dos inimigos que vestem palavras.
Machucados e feridas que meu coração não sabe mais compreender.
Quero chegar na inocência, mas no final da insanidade mato minha esperança.
Letras não formam minha verdade, minhas sensações são complicadas até para mim.
Em busca do tempo perfeito, acordo no amplo espaço dos segundos.
Penso em onde estou? Trancado na minha tristeza me afasto.
Deixo a noite passar, e as horas serem meu remédio dos argumentos.
Em um momento meu dia nascerá novamente.
Na espera fico deitado até você abrir os olhos para mim mais uma vez.
Luan Fernando
Sofazão | Requiem – Crítica
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